E se a tua mesa de trabalho também fornecesse energia?

Current é uma peça de mobiliário que também funciona como uma fonte de energia.

Um espaço de trabalho que recolhe e armazena energia solar para carregar aparelhos eletrónicos, num só espaço. Assim, enquanto respondes a e-mails ou lês os jornais, podes usar a sua mesa para carregar o iPad!

A superfície, em vidro, contém células solares sensíveis à tinta, e utiliza as propriedades da cor para criar uma corrente elétrica. A técnica baseia-se na fotossíntese das plantas. Da mesma forma que a clorofila absorve a luz verde, as cores da mesa aproveitam a energia.

E ao contrário das células solares clássicos que precisam de luz solar direta, estas células solares são capazes de funcionar em ambientes fechados sob luz difusa. O que torna a Current a primeira peça de mobiliário que recolhe energia “dentro de paredes”.

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Com tetos solares, bairro alemão já produz quatro vezes mais energia do que consome

Alguém ainda tem dúvida de que esse é o caminho?

Limpa, segura e abundante, a energia solar está, sem dúvida, entre os mais sustentáveis e melhores meios para obter energia elétrica. E por falar em sustentabilidade, quantas soluções sustentáveis são possíveis em um único bairro, cidade ou comunidade? Uma grande prova disso é o vilarejo alemão conhecido como Schlierberg, que nos mostra que os alemães realmente entendem e levam a sério o tema.

As 59 residências que compõem o bairro de aproximadamente 11.000 m² (há ainda um edifício comercial, chamado de Sun Ship – Navio Solar) são feitas de madeira. Praticam o reuso de água de chuva, usam materiais ecológicos, isolamento térmico a vácuo e um ambiente livre de carros, pois todos ficam em um estacionamento no Sun Ship, também fazem parte do escopo e dão um show de respeito às pessoas e à natureza.

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Pilo – A “Pilha Eterna” que se carrega ao agitar

Chega ao mercado a “pilha eterna“, uma pilha que dura 100 vezes mais que as pilhas recarregáveis tradicionais e que recarrega “eternamente” quando é agitada.

Embora cada vez mais se aposte em baterias de Lítio nos pequenos aparelhos, muitos continuam a utilizar as “velhinhas” pilhas de Níquel e Cádmio, como por exemplo em comandos de televisão e ratos sem fio. Com o aparecimento das pilhas recarregáveis conseguiu-se reduzir o número destas pilhas, no entanto, apesar de recicláveis, muitas ainda aparecem no lixo indiferenciado, libertando uma grande quantidade de metais pesados para o meio ambiente. Contudo, as pilhas recarregáveis também têm desvantagens: demoram muito tempo a carregar, além do consumo energético (embora seja pouco).

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Novo sistema de LEDs para bicicletas promete revolucionar passeios noturnos

Com certeza um dos maiores problemas de se andar de bicicleta à noite é ser visto pelos carros na rua. Existem diversas lanternas e olhos de gato que ajudam bastante, mas mesmo assim pode não ser o suficiente.

Foi pensando nisso que dois amigos, Kent e Adam, moradores de São Francisco, nos Estados Unidos, tiveram a ideia de criar a Revolights. O objetivo era justamente criar um sistema de iluminação revolucionário que acabasse de uma vez por todas com o problema dos ciclistas não serem vistos na rua.

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Molas de roupa alimentadas a energia solar iluminam ruas da cidade

Os designers Idan Noyberg e Gal Bulka desenvolveram as molas de roupa Lightly, uma variação sustentável num objeto do dia-a-dia que ilumina a paisagem urbana num mar de cores vibrantes.

Muitas cidades tem a sua paisagem urbana preenchida com roupas penduradas nas varandas dos prédios, ou mesmo em longos fios ao longo das ruas. Pois bem que, esta ideia é simplesmente genial porque combina o útil com o agradável, de uma forma muito criativa!

Simplesmente fixando as molas para pendurar as roupas na rua, um sistema interno de forma autónoma faz com que brilhem à noite!

Cada mola tem um pequeno painel solar preso na parte superior, o qual recolhe a luz solar ao longo do dia. Ao anoitecer, um sensor fornece uma pequena bateria dando a indicação de ligar, iluminando automaticamente os LEDs em cor.

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Electricidade – O sucesso da liberalização está na sua mão

É certo e sabido que a liberalização de sectores como o da energia ou telecomunicações são muito complicados no que diz respeito à entrada de novas empresas que vão concorrer com os poderosos incumbentes dos mercados.

Assim aconteceu com a liberalização das telecomunicações em que houve uma grande resistência inicial em mudar da “PT” para outros operadores que estavam a entrar no mercado oferecendo melhores preços e/ou outro tipo de atitude em relação ao cliente.

Lembra-se da “Optimus” e a lufada de ar fresco que trouxe ao mercado das telecomunicações quando iniciou a sua actividade?

Eu já fui cliente de todas as operadoras móveis a operar em Portugal e não me inibo de mudar quando não estou contente ou com o preço ou com o apoio ao cliente.

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Produzir a sua própria energia. Compensa?

Um novo decreto-lei incentiva a que os consumidores produzam a sua própria energia a partir de energias renováveis, em particular a solar.

O processo foi lento — o diploma demorou cerca de um ano a ficar concluído — mas, desde 20 de janeiro que o novo Dec. Lei do autoconsumo está em vigor. Este Dec. Lei incentiva a que os consumidores produzam a sua própria energia a partir de energias renováveis, em particular a solar. A energia elétrica produzida é consumida, na sua maioria, pelo produtor, embora com a possibilidade de injetar o restante na Rede Elétrica.

Mas o que mudou com a nova legislação? Antes de mais, passou a existir a possibilidade de usar a energia produzida para consumo próprio e cada um de nós passa a ser um agente ativo na produção de energia elétrica nas nossas casas. Até aqui, havia a obrigatoriedade de se injetar na rede toda a energia produzida.

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O automóvel perfeito? É um Tesla

O modelo dá pelo nome de Model S P85D e é o melhor automóvel alguma vez testado pela Consumer Reports. Mas também tem uma imperfeição: o preço.

A construtora norte-americana chamou-lhe P85D. É uma berlina de luxo, uma variante do Model S que começou a ser comercializado pela Tesla em meados de 2012, tem tracção integral e é totalmente eléctrica — como, aliás, já assim o eram os Model S anteriores. Mas o que este P85D tem de especial é o resultado que obteve no ensaio que lhe foi realizado pela Consumer Reports.

“O Tesla alcançou uma pontuação de 103 numa escala que vai de zero a cem”, anunciou esta quinta-feira, com surpresa, a publicação norte-americana. “O P85D é, a partir de hoje, a referência da nossa escala, definiu um novo máximo, e isso obrigou-nos a, no futuro, rever o sistema de pontuação. Mas esse sistema, revisto, não afectará os automóveis avaliados anteriormente”, explicou Mark Rechtin, que ensaiou o novo Tesla para a Consumer Reports.

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Aeroporto indiano revela que funcionará apenas com energia solar

A maior parte da energia gerada para alimentar tudo que faz nossa sociedade funcionar agride a natureza, apesar de já existirem diversos outros meios de energia. Porém, é claro que as empresas não querem deixar de ganhar dinheiro com um processo que gera milhões só para não afetar tanto o meio ambiente. Felizmente não são todos que pensam dessa forma, e alguns já até estão trabalhando para usar outros tipos de energia.

Elon Musk, da Tesla, é um dos responsáveis por propagar a ideia de implementar energia solar ao redor do mundo, afirmando que isso será nosso futuro. Até algumas grandes empresas, como a Apple e Amazon, já compraram “fazendas” com essa tecnologia. Mas agora uma cidade na Índia está inovando, eles anunciaram que o aeroporto internacional de Conchin será todo alimentado com energia solar.

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Nova janela solar pode gerar até mais 50 vezes mais energia que fotovoltaicas covencionais

A startup norte-americana SolarWindow Technologies garante que a suas janelas solares são revolucionárias e podem gerar 50 vezes mais energia que os painéis solares convencionais – e que, em breve, estarão no mercado.

Em vez da tradicional tecnologia fotovoltaica opaca, a SolarWindow pode ser aplicada como revestimento em qualquer janela de vidro o plástico e, imediatamente, começar a gerar electricidade. Inclusive com luz artificial e sombra.

Segundo a SolarWindow, esta tecnologia pode produzir mais energia a um custo menor e oferece um retorno do investimento “inacreditável” em apenas um ano. Os sistemas solares convencionais, recorde-se, precisam de cinco a 11 anos para se pagarem.

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