E se pudesse escolher a fonte energética da sua tomada?

Foi essa a ideia da ação desenvolvida pela Droga5 para a NRG, uma companhia que aposta em energias renováveis. O local escolhido foi um aeroporto norte-americano e o desafio consistiu em levar os passageiros a escolherem a tomada onde queriam carregar o telemóvel.

Na sala de espera foi instalada uma parede espelhada, com várias tomadas, e, cada uma delas estava identificada com a fonte energética: solar, eólica e combustíveis fósseis. Através de uma câmara oculta foram filmadas as reações dos viajantes que, maioritariamente, preferiram recorrer a energias verdes.

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Eletricidade atinge o valor mais elevado do ano

O preço a que os produtores de eletricidade estão a vender a energia subiu 9% em julho devido à escassez de oferta das centrais hídricas, num contexto de recuperação da procura de energia.

O preço médio a que a eletricidade é transacionada no mercado grossista português alcançou em julho o valor mais alto do ano, subindo cerca de 9% face ao mês anterior, numa tendência que reflete um crescimento do consumo de energia e uma menor disponibilidade dos recursos hidroelétricos. Os dados do Omie, operador do mercado em que são transacionados diariamente os contratos de compra e venda de eletricidade para Portugal e Espanha, revelam que em julho o preço médio grossista para a energia elétrica entregue em Portugal atingiu 59,6 euros por megawatt hora (MWh), mais 9% do que em junho e cerca de 40% acima do preço médio em fevereiro (42,6 euros por MWh), que foi o mês com o registo mais baixo do ano.
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60% da eletricidade em Portugal vem de renováveis

Portugal é o quinto país da Agência Internacional da Energia com maior percentagem de renováveis na sua produção de eletricidade, com mais de 60% do total, indicam dados da entidade. Portugal é o quinto país da Agência Internacional da Energia com maior percentagem de renováveis na sua produção de eletricidade, com mais de 60% do total, indicam dados da entidade. Os dados sobre Portugal constam do relatório energético da AIE sobre a Espanha, apresentado em Madrid pela diretora-executiva da entidade, Maria Van Der Hoeven. No gráfico sobre a percentagem de renováveis na produção total de eletricidade, Portugal surge em quinto lugar entre os 29 países que integram a AIE (atrás da Noruega, Áustria, Nova Zelândia e Canadá). Cerca de 30% da eletricidade portuguesa é gerada através de hídricas e cerca de 25% através de energia eólica, categoria em que apenas fica atrás da Dinamarca (com mais de 40%).
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Luzboa atinge 1200 clientes de electricidade em menos de 6 meses

A LUZBOA, uma das mais recentes empresas de comercialização de electricidade no mercado liberalizado vem dar nota que em menos de 6 meses de actividade já ultrapassou a marca dos 1.200 (mil e duzentos) clientes de electricidade obtendo assim uma das maiores taxas de crescimento no sector dentro do nosso segmento. A transparência e clareza das ofertas tarifárias disponíveis, aliadas a um serviço de apoio ao cliente humanizado e próximo, são os grandes responsáveis pelo crescimento que estamos a observar e que prevemos se acentue nos próximos meses. A todos os nossos clientes, parceiros e colaboradores, o nosso obrigado por fazerem parte desta viagem. A LUZBOA

Mercado liberalizado de electricidade já atraiu mais de 4 milhões de consumidores

Relatório da ERSE refere que 87% do consumo em Portugal continental ocorre já no regime de preços livres.

Do total de 6 milhões de consumidores nacionais de electricidade, 4.043 mil já aderiram ao mercado liberalizado.

Este número, que traduz um crescimento de 43% face a igual período de 2014, é justificado sobretudo pela renúncia dos clientes residenciais aos preços fixados pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE).

O relatório deste organismo refere ainda que 87% do consumo em Portugal continental ocorre já no regime de preços livres.

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Governo quer minimizar subida da electricidade em 2016

O Governo aprovou um diploma em Conselho de Ministros, na última quinta-feira, que tem como objetivo evitar “um aumento significativo das tarifas [de eletricidade] em 2016”, indicou uma fonte oficial ligada à Energia. De acordo com respostas do gabinete do secretário de Estado da Energia, Artur Trindade, a perguntas enviadas pela Lusa, o diploma aprovado na reunião do Governo “permite que o sobrecusto da produção em regime especial seja repercutido em cinco anos”, ou seja, no próprio ano e nos próximos quatro. Estes sobrecustos dizem respeito aos subsídios que são pagos aos produtores de eletricidade no regime especial, ou seja, que produzem eletricidade a partir de fontes de energia renováveis, o que sucede por exemplo com a energia eólica, ou em cogeração.
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